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GAC-PE alerta para tumor ocular maligno mais frequente na infância

GAC-PE alerta para tumor ocular maligno mais frequente na infância

18/09/2017

Cuidado e informação são os maiores aliados do diagnóstico precoce do retinoblastoma – tumor ocular maligno mais comum na infância

Desde 2012, 18 de setembro se tornou o Dia Nacional de Conscientização e Incentivo ao Diagnóstico Precoce do Retinoblastoma. Instituída pela Lei Nº 12.637, a data foi criada para alertar sobre a importância do diagnóstico precoce da doença, com o objetivo de aumentar as chances de cura dos portadores. Quando a avaliação é feita tardiamente e a doença já está avançada, as sequelas são irreparáveis, levando na maioria dos casos a perda dos olhos.

O retinoblastoma é o tipo de câncer intraocular mais comum em crianças nos primeiros anos de vida, os primeiros sinais são muito sutis e podem ser facilmente confundidos com os de outras doenças. Um sinal característico do retinoblastoma é a leucocoria (também conhecida como olho de gato), um reflexo branco que surge quando o flash de uma câmera ou outro feixe de luz artificial incide através da pupila. Nos olhos saudáveis, esse reflexo é sempre vermelho. Outros sintomas são deformação no globo ocular, estrabismo (ou olhar vesgo), problemas na visão, dor nos olhos, vermelhidão na parte branca do olho e cor diferente em uma das íris.

Se não for tratado rapidamente, o retinoblastoma vai tirar a visão e depois a vida do paciente. Descobrir rápido a doença é fundamental para o sucesso do tratamento. Por isso, procure saber se a criança fez o teste do olhinho (Teste do Reflexo Vermelho) ainda na maternidade ou nos exames de rotina realizados pelo oftalmologista. E também se ela apresenta algum histórico de câncer na família. Fora isso, qualquer alteração no olhar deve ascender o sinal de alerta.
Apesar de deixar sequelas irreparáveis, quando diagnosticado tardiamente, o retinoblastoma é um tipo de câncer bastante curável. Os índices podem chegar a 90% quando descobertos precocemente, e em muitos dos casos, evitando-se a perda de um ou dos dois olhos.
FIQUE ATENTO, até os quatro anos de idade, em consultas periódicas (a cada seis meses), solicite que o pediatra aprecie o olho do seu filho.

DADOS GERAIS - 90% dos casos ocorrem em crianças com até quatro anos de idade; No Brasil são cerca de 400 novos casos por ano; 40% dos casos são hereditários; 90% dos pacientes têm chance de cura quando é feito o diagnóstico precoce; 50% das ocorrências ainda são detectadas tardiamente.

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